sábado, setembro 16, 2006

Josefina Lella, a mulher do José Lello

Local: Sala de espera de um hospital

Estava eu muito bem sentadinho, quando avisto uma velha a olhar com cara de desconfiada para uma daquelas muitas ciganas com bébés ao colo, cujo único propósito é a venda de pensos.
De repente, a velha desaparece do meu plano de visão. Volta 2 minutos depois com um daqueles senhores que têm na farda "2045" (para quem não sabe, o senhor era segurança) e começa a dizer: "É aquela ali ao fundo!! Aquela ali de camisola verde com a criança ao colo!!"
O segurança, tentando pôr para trás das costas a sua barriga com 2 metros de perímetro, desatou a correr. Passado pouco tempo volta ele repleto de pensos. Mais atrás, a senhora dª cigana com a criança.
Ao passar na sala de espera, escoltada pelo segurança e tendo em vista a saída do hospital mais próxima, a senhora dona cigana proferiu as seguintes palavras, palavras essas que marcaram o dia: "Êêêêê que saiba quêm fôiii!! Êêê que saiba!!!"


Conclusões do dia:
1. Os pensos têm o seu local próprio para venda
2. O segurança tinha um dói-dói muito grande para "pedir emprestado" tantos pensos à senhora cigana.
3. As velhas são raça filha da puta
4. Os seguranças também correm
5. Estar numa sala de espera de um hospital pode ser divertido

3 comentários:

tulipa_negra disse...

espero que o facto de teres ido ao hospital não tenha sido porque precisavas de pensos...
beijocas

João Silva disse...

p*ta da velha......

boleia disse...

que vergonha! nao resisto a dizer que estou a trabalhar a serio, em pleno e aqui no lab esta tudo a olhar para mim porque ainda nao parei de me rir!
e agora lagrimas, porque isto esta de facto hilariante...
pronto, era so isto
ate ja